DIGNOW

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quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

REFLEXO






Verte lágrimas ao olhar no espelho,

Não acreditava no que via.

Perguntava-se onde teria ido seu sorriso,

Sua pele lisa, seu brilho nos olhos

Que vislumbrava amores possíveis.

Em um instante

Sua alma não estava diante do espelho,

Fora aterrissar em lembranças distantes e remotas,

Onde julgava ser mais feliz.

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

ALGUÉM



Segui pelo breu, ciladas de minha sina.
Escapa-me a realidade, aonde sua mão me conduz?
Deveras crer que o fio de Ariadne estava enleado,
O Teseu que reside em mim ficou perdido
Sou a pena displicentemente
Ao escapar da morte por um fio.
Murmuro em pensamento,
Verdades e defeitos
Que não posso falar.
Ousara ter pena dos desvalidos,
Homens condenado
A tudo que não podemos,
Alma umbralina inerte no mar espiritual,
Firme e forte sem saber como.

MODALIDADES

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