DIGNOW

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quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

ALGUÉM



Segui pelo breu, ciladas de minha sina.
Escapa-me a realidade, aonde sua mão me conduz?
Deveras crer que o fio de Ariadne estava enleado,
O Teseu que reside em mim ficou perdido
Sou a pena displicentemente
Ao escapar da morte por um fio.
Murmuro em pensamento,
Verdades e defeitos
Que não posso falar.
Ousara ter pena dos desvalidos,
Homens condenado
A tudo que não podemos,
Alma umbralina inerte no mar espiritual,
Firme e forte sem saber como.

2 comentários:

shintoni disse...

K:
Doody II já foi postad no Duelos. Muito bom o vídeo!
Esta poesia também.
Valeu!
Abração e tudo de bom!

shintoni disse...

K:
Na sexta-feira, quando recebi seu e-mail, já havia postado esta poesia no Duelos, porque era inédita lá.
Reservei, então, a que você enviou para sexta que vem.
Está certo assim ou publico Nobre Leito antes e você envia outra para sexta?
Fica a seu critério.
Valeu!
Abraço e ótimo final de carnaval!

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